O conceito de economia criativa origina-se da expressão indústrias criativas, inspirado no projeto Creative Nation da Austrália, de 1994 e ganhou impulso na Inglaterra em 1997, no governo de Tony Blair. O projeto defendia, entre outros elementos, a importância do trabalho criativo e sua contribuição para a economia e desenvolvimento do país.

As indústrias criativas podem ser entendidas como “ndústrias que têm sua origem na criatividade, habilidade e talento individuais e que apresentam um potencial para a criação de riqueza e empregos por meio da geração e exploração de propriedade intelectual.” (FONSECA, 2008)

A importância econômica das indústrias criativas é inegável. Elas já têm participação relevante no PIB mundial e crescem a taxas superiores àquelas do conjunto da economia. Compreendem as atividades relacionadas a teatro, cinema, publicidade, arquitetura, mercado de artes e de antiguidades, artesanato, design, design de moda, softwares interativos para lazer, música, indústria editorial, rádio, TV, museus, galerias e as atividades vinculadas às tradições culturais.

Este curso vai aprofundar o conhecimento da economia da cultura, políticas culturais e financiamento da cultura. Também vai estudar clusters criativos no Brasil e no mundo e provocar uma reflexão sobre a vocação de nosso país e de nossa cidade como polo de indústria criativa.